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 Entrevista Urban Tales

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PostSubject: Entrevista Urban Tales   Mon Apr 07 2008, 23:43



Entrevista Urban Tales

No fim de 2004 Marcos César decide abandonar o projecto SOUL DESPAIR para criar o seu projecto próprio. No início de Janeiro de 2005 nascem os Urban Tales, influenciados por bandas como Anathema, Paradise Lost, Ever Eve, Entwine, Charon, Icon and the Black Roses, Opeth, etc.

Com todos os seus membros reunidos a banda decide gravar uma pré-demo e foi com esse primeiro trabalho que os Urban Tales foram convidados por Ricardo Capristano (conhecido pelo seu trabalho em desportos radicais e documentários de corridas de rally) a incluir uma música no DVD “MAIS1”, um filme de desporto que junta imagens de surf e músicas de bandas portuguesas como The Temple, Urban Tales, Cain, etc.

Após alguns meses em ensaio, escrita e gravação de músicas, a banda decide gravar uma demo oficial para obter o interesse das editoras. Esta primeira demo teve muito boas críticas em termos de media, levando o grupo ao status de banda revelação em 2006.
A banda sofreu algumas alterações com o objectivo de manter uma atitude profissional em relação à música e uma vez que o conseguiram, assinaram com a Burning Star Records um contrato para 2 albuns, sendo “Diary of a NO” o primeiro e tendo já sido considerado entre os melhores trabalhos de 2007 por várias revistas e entidades ligadas à cena alternativa nacional e internacional.


O Backstage Forum entrevistou com Marcos César, o vocalista e porta-voz dos Urban Tales

Backstage - "Diary of No" reflecte muita melancolia, muito intimismo nas suas músicas, a própria capa do vosso album transmite solidão. De onde vem todo esse sentimento?
Marcos – Ainda bem que percebeste… Bom, vem de experiências das quais vivi ou partilhei; mesmo com amigos meus … As músicas dos Urban Tales são histórias um pouco dramáticas porque elas são reais e nesse campo se calhar na altura da criação vinha esse sentimento de solidão entre outros…

Backstage - Aliás "Diary of a No" como título, sugere mesmo isso, contrariedades da vida, também expressas nas letras que escreves. Achas-te alguém com uma personalidade bastante triste ou marcadamente melancólica? De que maneira as tuas vivências transparecem no que escreves?
Marcos - Diary of a No foi um título tirado a ferros, porque ninguém o queria (a não ser eu), e/ou não percebia. No último dia de entrega para a label e à empresa que fez o artwork é que realmente optei pelo nome… Respondendo directamente à tua pergunta, sim; todo o álbum fala de contrariedades da vida, mas sempre com alguma esperança, porque no fundo ainda tou aqui para contar o que se passou, certo? Acho-me uma pessoa normal, com as suas pancadas. Todos nós temos os nossos dias por isso, desta forma acho que não sou um pobre coitado… Literalmente o que lês em termos de letras sim, é tudo vivido por mim e/ou amigos meus; são situações directas das quais não dá para fugir e que marcam uma vida…Daí o álbum ser um pouco depressivo…Acho eu…

Backstage - Dizes que os Urban Tales retiram a sua musica das experiências do dia a dia, tuas ou de pessoas próximas a ti que passaram por algumas vicissitudes. Acreditas no que muitas vezes se diz que a tristeza e o sofrimento são a verdadeira essencia para o processo criativo de qualquer artista, seja na pintura, na escrita ou na música?
Bem visto, se queres saber não sei de ninguém que crie seja qual for o tipo de arte que diga “É pá que dia ou vida maravilhosa… O ceú é tão lindo e as flores no campo u-lá-lá…” Em qualquer tipo de composição nota-se quase sempre uma certa nostalgia ou “pitada” de tristeza pelo meio… Por isso sim, acho que ajuda e é essencial. No caso dos UT, sinceramente nada era como é, se não fosse pelas minhas experiências…Se calhar era bem melhor não sei….

Backstage - Porquê o nome "Urban Tales" para a banda? Que contos urbanos nos querem sussurrar?
Todas os que nos deixarem… Deixa-me tentar explicar com clareza do porquê deste nome, porque já me vieram pessoas a dizer “Ó pá, eu conheço os Legião Urbana e tu não tens nada a ver com aquilo…” Eu acerca da banda brasileira, tenho o gosto e a mesma necessidade de falar do quotidiano. Do dia-a-dia… Claro que não somos parecidos musicalmente nem nada com Legião Urbana, nem queremos ser, apesar de serem das minhas bandas favoritas de sempre… O que digo é que são uma referência na sensibilidade e intenção musical, ai sim quero ser como eles – Na mensagem….

Backstage -Pelo que li sobre vós, tu tomaste um pouco as rédeas deste projecto, com o objectivo de implementar algo profissional e com capacidade de atingir outros níveis. Como é visto o teu papel de líder pelos outros membros da banda? Esse papel de líder traça as linhas de todo um processo criativo ou recebes as opiniões de todos os participantes neste projecto?
Pois, a coisa nem sempre foi fácil. Então no início… A questão foi que quando criei a banda sai de um projecto para fazer o meu. Ditando desde o primeiro acorde à última letra da música… Além disso sou muito rígido com ensaios e toda o encarar do que há por detrás de uma banda…
Sei perfeitamente onde quero chegar e qual o caminho a fazer, não quer dizer com isso que eu faça tudo e mais ninguém mete o dedo… Isso seria ridículo… Todos participam, todos criam, todos fazem o mesmo, contudo a última palavra será sempre a minha. Eu não posso é ter alguém que entre na banda e queira já ditar leis e mandar e fazer e acontecer…Nem acho justo para quem lá está há 2 ou 3 anos… A responsabilidade para o bem ou para o mal é minha. Até hoje, vá lá não tem corrido mal…

Backstage - Os conceitos explorados nos vossos vídeos também passam pela tua mão ou é um trabalho conjunto?
MARCOS – Tou lá desde o inicio… Conto a história da música ao realizador, e digo o que quero, que tipo de mensagem pretendo transmitir, daí ele cria a sua história baseada na música. Sou completamente contra aqueles vídeos, dos quais os realizadores fazem coisas absurdas e que não têm nada a ver com a música. Para mim perdem o sentido e significado… Há clips dos Foo Fighters que adoro como banda, mas que não me entram na cabeça, espero que não me levem a mal os amantes de Foo Fighters, mas para músicas tão boas há clips ali que …Bom, são opiniões…

Backstage - Existe um grande parceria com a ETIC ( Escola de Comunicação e Imagem). Como começou essa parceria?
MARCOS – Existiu, quando conseguimos um contrato musical, a Etic disse logo que patrocinava-nos com o material para gravação e um clip. Gravar na ETIC foi maravilhoso todo aquele arsenal, mais o auditório, mas o material para filmagens, foi mesmo caído do céu… Estou grato ao Nuno Bento, ao Cena, Tiago Castro, Sara Martins, etc, etc… Fomos mesmo levados por eles, mas também acho que viram a qualidade e o acreditar que demonstrava nas longas conversas onde eu vendia o meu peixe…

Backstage -Qual seria o vosso realizador de sonho para um videoclip?
Marcos – Boa pergunta… Não faço ideia. Mas se houvesse orçamento claro que pedia assim um daqueles gigantes… Contudo sou um homem de sorte com quem trabalhei e de momento trabalho: João Correia que saltou do nosso clip para a TVI e SIC, Bertrand que levou-nos para a MTV (finalmente), Amândio Bastos (Da Weasel, Xutos e pontapés – preciso dizer mais?), Raquel Moura e Diogo e por fim o grande e visionário Ricardo Capristano (BBC, RTP, etc etc), um grande homem mesmo…

Backstage - A intervenção da voz feminina é bastante interessante e ajuda a dar alma ao sentimento transmitido pelas vossas músicas. Como surgiu a participação da Cláudia Dias no vosso trabalho? Com que vocalista feminina (estrangeira ou portuguesa) gostarias de trabalhar? Porquê?
MARCOS – A Cláudia tinha aulas de canto com o mesmo professor que eu. Daí o convite ser uma questão de tempo. A miúda tem uma voz e um timbre incrível. O facto dela crescer só depende mesmo dela; da sua entrega e aprender a estar e aproveitar as oportunidades, ou seja, do seu querer… Eu já nem falava de estrangeiras pois há umas quantas portuguesas que eu queria ter ao lado. Nunca se sabe a ver o que o futuro nos reserva…

Backstage - Os Urban Tales mostram já ser um nome sonante com passagem pelos vários meios de comunicação, mesmo o supra-sumo que é a MTV. Foi difícil percorrer esse caminho?
MARCOS – Dificílimo!!! O In Purity não foi aceite por ser “demasiado agressivo” e infringir uma data de leis internacionais… Fiquei sem palavras, pois quem proíbe um clip daqueles é porque realmente tá fora de qualquer coisa… Atenção não é por ser um clip dos UT, tou-me a borrifar para isso, é mesmo porque o clip na minha modesta opinião é bom: bem realizado, bem produzido, com uma iluminação fantástica, com um actor conhecidíssimo, enfim. Depois o farewell voltou para trás com uma data de melhorias a fazer; eu sinceramente já nem acreditava que fosse passar. Até pensava ser um complô contra nós hehehe… Mas lá começou a passar… Mas foi mesmo angustiante…

Backstage - Todos nós que gostamos de géneros musicais mais alternativos sabemos o quão difícil é para uma banda portuguesa ser reconhecida a nível nacional e internacional, no entanto os Urban tales foram considerados banda revelação tanto em 2006, como em 2007. Como se sentem em relação a isso; objectivo cumprido? O que esperam de 2008?
MARCOS – Mais do que cumprido…Contudo, ainda há tanto para conquistara altura da demo, com as músicas que tinha alcancei montes de cenas que para uma demo de uma banda gótica só em sonhos. Diziam-me: “É pá, agora tens o peso todo nas costas porque fazer melhor que a demo…” e eu so pedia para eles esperarem, porque tinha mesmo a plena certeza das músicas e do que estava a ser criado. Com o álbum foi mesmo forte, mas continuo a dizer que ainda há portas a serem abertas… E havemos de chegar às que insistem em não abrir; é preciso é confiança e certeza que o que se mostra é bom, se assim for, algo positivo (seja lá o que for) vai acontecer…
Para 2008, quero continuar a crescer com os Urban Tales e espero continuar a promover este álbum, pois mesmo há dias recebi mails da Austrália a dizer que o álbum finalmente chegou lá e que queriam fazer reviews etc etc… Ainda estamos a dar cartas por ai…

Backstage - A nível internacional esse reconhecimento também se processa ao nível de rádios (temos o exemplo de Mick Burgess da Express Metal Radio vos ter colocado no Top 10 de albuns de 2007) e a imprensa do género. Tiveram o vosso album distribuído em vários países, como se processa esta vossa internacionalização? Está a ser difícil?
MARCOS – É um caminho que tem de ser feito com calma, não é fácil, mas com o tempo se chega lá. Depois ter certos sites mesmo grandes e revistas internacionais a falarem de nós como falaram e andam a falar ajuda bastante. Acerca do Mick, só posso dizer que foi sorte, porque aquele homem já entrevistou os KISS, o Ozzy, os Foreigner, os UFO, enfim, nunca mais parava e de repente ele acha-nos piada e diz mesmo que acredita em nós… Foi giro, porque enviámos umas gravações do álbum, antes mesmo de terminar e a resposta dele foi “Holly mother of Jesus…” lolol, juro. Daí veio a cena dele escrever a primeira critica ao álbum…

Backstage - Infelizmente ainda não tive oportunidade de presenciar um concerto vosso, mas pelo que tive acesso pode ser uma experiência diferente, ou pode assumir formatos diferentes. O que se pode esperar num concerto de Urban Tales?
MARCOS – Então tas em falta lolol… Um concerto dos Urban Tales quer-se intimista e ao mesmo tempo “caótico”; com algum mistério…OS UT e nem falo só por mim querem mesmo mostrar algo mais - o concerto do Seixal foi a prova disso…
Devido às próprias influências da banda, tentamos transpor a sua musicalidade para vários formatos: acústico, Rock-Metal, ou mesmo metal pesado, isto sempre e se possível acompanhado com elementos cénicos, pirotecnia etc, etc… Um concerto dos Urban Tales é giro e acho que toca nas pessoas, a sério…

Backstage- Como surgiu o convite para participarem no concerto do Dia Internacional das Doenças Raras? Aliás vocês foram convidados para fazerem o Hino Oficial da Federação das Doenças Raras (FEDRA), como surgiu esse convite, considerando que voces não seriam a opção mais "mainstream"?
MARCOS - E não somos mesmo. Já viste o que é a Susana Félix e nós ao lado – Dá para rir né? … MAS o convite foi assim: fizemos uma banda sonora para um programa que passou em tempos na RTP sobre saúde. Daí alguém soube de nós e fez-nos este convite… No início não queríamos mesmo, mas depois e pensando melhor atirando para trás aquela carcaça de ser uma “banda de metal” aceitámos, não só pela promoção feita em torno da situação, mas como pela causa que é mais do que nobre.
A banda tá radiante pela situação e neste momento estamos em gravações do single ALIVE e podem esperar, vai ser bom, sem dúvida…
Em, suma mesmo não sendo pop, acho que fizemos uma boa música e a resposta a isso foi demonstrada no dia em que apresentamos o single para a comunicação, que de desconhecidos passamos a ter câmaras da RTP, TVI à nossa frente a darem-nos os parabéns…

Backstage-Quais são os teus planos futuros para os Urban Tales?
MARCOS – Hmmm, gravar o segundo álbum (as novas músicas tão mesmo loucas, a sério), tocar mais, continuar a alcançar os objectivos a que nos propomos e mais que tudo continuar a marcar pela positiva e sempre a expandir o nome dos Urban Tales. Para já é isto, depois aparecem mais coisas para fazer


Review- " Diary of a No "

Ouvir “Diary of a No” é entrar numa viagem melancólica e introspectiva, no sentido em que nos faz reflectir nos contos transmitidos pela voz de Marcos César bem como em determinados momentos da nossa vida. Este trabalho lançado no ano passado merece toda a atenção, uma vez que é de destacar o profissionalismo com que foi feito e com que está a ser divulgado, começando pela edição em digipack, pelo trabalho de design e pelos vídeos com que os Urban Tales nos vão presenteando para apresentação dos temas deste “Diary of a No”. Dizem ter influências de bandas como Paradise Lost, Anathema and Katatonia, mas devo dizer que os Urban tales destacam-se no seu estilo em relação ao panorama nacional com o seu Metal Gótico melódico, com os seus temas bem estruturados e com o profissionalismo com que encaram todo o trabalho que um projecto destes envolve.

Uma viagem sentimental, que nos dará prazer em ouvir e reflectir……




Entrevista & Review elaborada por: Helena Granjo
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue Apr 08 2008, 02:02

Excelente entrevista, muito bem conduzida que demonstra o que têm sido e o que são os Urban Tales.

Uma banda muito bem comandada por Marcos César e quem tido um processo de afirmação constante e coerente. Uma banda que sabe o que quer e que tem sido criteriosa nos passos dados.
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Sandra Manuel
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue Apr 08 2008, 11:36

Eu tenho o album e acho-o simplesmente fantástico.
Para mim, um dos melhores a nível nacional.
Parabéns Urban Tales
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue Apr 08 2008, 14:28

Os Urban Tales são sem dúvida um dos melhores projectos musicais no nosso país.
Adorei a entrevista. Parabéns!
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Devil
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue Apr 08 2008, 15:15

São uma banda com um grande carisma.
Já ouvi alguns temas do " Diary of a NO " e considero-o uns dos melhores trabalhos de 2007.
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Morgenstern
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue Apr 08 2008, 19:53

Obrigada Urban Tales pela simpatia e disponibilidade e agradeço os elogios do pessoal à entrevista :oops: :lol:
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Fri Apr 11 2008, 17:57

Então aqui vai mais um elogio: Entrevista fenomenal.
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Morgenstern
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Fri Apr 11 2008, 17:59

:cheers::cheers::cheers: Thanks!!! Tás imparável! Sê bem-vindo ao forum!
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Fri Apr 11 2008, 18:05

Obrigado. É um prazer participar neste forum.
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Lince
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Fri May 02 2008, 17:40

Devo dizer que estou surpreendido com a qualidade das entrevistas daqui deste forum.
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Morgenstern
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Fri May 02 2008, 17:46

Thanks!!!!!:oops: Sê bem-vindo!
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Sandra Manuel
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Fri May 02 2008, 18:10

Lince wrote:
Devo dizer que estou surpreendido com a qualidade das entrevistas daqui deste forum.

Podes contar com muitas mais ainda:) vai espreitando.
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Mon May 05 2008, 00:23

Os UT têm um som muito à maneira
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voodoodrummer
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Mon May 05 2008, 00:54

so espero que os urban tales venham ao norte dar 1 concerto ou que alguém os consiga ca trazer .isso e que era...depois desta excelente entrevista fiquei curiosos de os ver e ouvir...
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Danielaela
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue May 13 2008, 18:06

tá bom
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Morgenstern
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Tue May 13 2008, 18:17

:D :D :D
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Wed Dec 08 2010, 16:49

A qualidade das entrevistas neste forum já não é novidade, aqui está mais uma, Parabéns.
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Morgenstern
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PostSubject: Re: Entrevista Urban Tales   Thu Dec 09 2010, 13:01

obrigada Vitor,
Abraço
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